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	<title>Original123 &#187; Terra</title>
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		<title>Alupar tem interesse em novas parcerias em e&#243;lica com Furnas</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 18:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Terra]]></category>

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		<description><![CDATA[quinta-feira, 29 de dezembro de 2011 15:23 BRST
(Reuters) &#8211; A Alupar, uma das vencedoras no leilão A-5 ocorrido neste mês com 204 megawatts (MW) de parques eólicos em parceria com Furnas, tem interesse em manter a parceria com a subsidiária da Eletrobras em leilões em 2012, embora nada tenha sido formalizado.
&#34;Em geração, nessa questão das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>quinta-feira, 29 de dezembro de 2011 15:23 BRST</p>
<p>(Reuters) &#8211; A <strong>Alupar</strong>, uma das vencedoras no leilão A-5 ocorrido neste mês com 204 megawatts (MW) de parques eólicos em parceria com Furnas, tem interesse em manter a parceria com a subsidiária da Eletrobras em leilões em 2012, embora nada tenha sido formalizado.</p>
<p>&quot;Em geração, nessa questão das eólicas eu imagino que a coisa deva evoluir. É lógico que Furnas tem que querer também, mas acho que é uma boa parceria para desenvolver esse nicho&quot;, disse o diretor de Desenvolvimento de Novos Negócios da companhia, Enio Luigi Nucci, à Reuters.</p>
<p>A Alupar tem entre 300 e 350 MW de projetos eólicos em análise no Nordeste, segundo Nucci, plantas que ainda não devem entrar no leilão de energia A-3, marcado para março do ano que vem. &quot;Mas a gente tem a previsão do parque de um parceiro nosso&quot;, disse.</p>
<p>A empresa também tem interesse em projetos de hidrelétricas que devem ser licitadas em 2012 como São Manoel, Sinop e Cachoeira Caldeirão, que estão sendo estudados.</p>
<p>&quot;No caso das hidrelétricas, devemos ter algumas usinas para as quais poderemos compor parcerias&quot;, disse Nucci. &quot;E na questão das usinas eólicas, nós demos o primeiro passo com Furnas, o que acredito se consolidou em algo bastante interessante para os dois lados&quot;, completou.</p>
<p>A Alupar ainda chegou a avaliar a disputa pela concessão da hidrelétrica São Roque, arrematada pela Desenvix no leilão A-5, mas segundo Nucci, &quot;ela não se mostrou viável&quot;. Nucci considera também que o Complexo Baixo Parnaíba, cujas hidrelétricas também participaram do leilão A-5, &quot;continua inviável pela tarifa que o governo oferece&quot;.</p>
<p>As hidrelétricas do Baixo Parnaíba não tiveram interessados no certame, no qual o preço-teto da energia definida para elas foi de 101 reais por MWh.</p>
<p>No setor de transmissão, a empresa também irá analisar a viabilidade de disputar a concessões das linhas de Belo Monte e Teles Pires.</p>
<p>A companhia venceu o lote D do leilão de transmissão ocorrido no último dia 16, localizado em Santa Catarina, por meio da Empresa Catarinense de Transmissão de Energia (ECTE), na qual tem 42,5 por cento de participação.</p>
<p>As outras sócias da empresa na ECTE são a estatal Celesc (30,9 por cento), a Cemig (19,1 por cento) e a MDU (7,5 por cento).</p>
<p>A Alupar opera 5.665 quilômetros de linhas e 14 subestações.</p>
<p>(Por Anna Flávia Rochas)</p>
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		<title>Alupar vai construir tr&#234;s hidrel&#233;tricas pequenas na Col&#244;mbia</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 15:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A empresa de energia Alupar informou nesta quinta-feira que constituiu sociedade de propósito específico (SPE) na Colômbia para desenvolvimento e implantação de três pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) no país, segundo comunicado ao mercado.
A SPE foi denominada de Risaralda Energia. As usinas totalizam 28 megawatts (MW) e têm investimento previsto de US$ 70 milhões, com prazo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa de energia <strong>Alupar</strong> informou nesta quinta-feira que constituiu sociedade de propósito específico (SPE) na Colômbia para desenvolvimento e implantação de três pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) no país, segundo comunicado ao mercado.</p>
<p>A SPE foi denominada de Risaralda Energia. As usinas totalizam 28 megawatts (MW) e têm investimento previsto de US$ 70 milhões, com prazo de construção de 24 meses.</p>
<p>A energia das PCHs será negociada no mercado livre de energia da Colômbia.</p>
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		<title>Presidente da Aneel prev&#234; des&#225;gio no leil&#227;o de Belo Monte</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 20:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[13 de abril de 2010 • 16h02
O presidente da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner, afirmou nesta terça-feira que acredita que haverá algum deságio para a tarifa-teto de 83 reais por megawatt-hora no leilão da usina hidrelétrica de Belo Monte, previsto para 20 de abril.
&#8220;Acredito em deságio, embora o preço-teto dessa usina já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>13 de abril de 2010 • 16h02</p>
<p>O presidente da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner, afirmou nesta terça-feira que acredita que haverá algum deságio para a tarifa-teto de 83 reais por megawatt-hora no leilão da usina hidrelétrica de Belo Monte, previsto para 20 de abril.
<p>&#8220;Acredito em deságio, embora o preço-teto dessa usina já esteja bem restrito. Houveram até consequências de desistência de grupos&#8221;, disse Hubner, referindo-se à saída da Camargo Corrêa e da Odebrecht da disputa.
<p>Ele lembrou que nos leilões das usinas de Santo Antônio e Jirau, ambas no Rio Madeira (RO), realizados em 2007 e 2008, respectivamente, os deságio foram expressivos.
<p>No caso da Usina Santo Antônio, o consórcio vencedor, encabeçado por Odebrecht e Furnas, da Eletrobras ofereceu um deságio de 35 por cento em relação ao preço-teto de 122 reais o MWh. No caso de Jirau, o grupo comandado pela Suez ofereceu deságio de 21,6 por cento sobre o preço de 91 reais o MWh.
<p>O presidente da Aneel afirmou também que o adiamento do prazo para o depósito das garantias, de quarta para sexta-feira, 16 de abril, ocorreu por conta de &#8220;uma série de solicitações&#8221; das próprias empresas.
<p>&#8220;Tem muito consórcio se formando agora, tem que fazer contrato entre eles&#8221;.
<p>O prazo para inscrição no leilão, no entanto, foi mantido para os dias 13 e 14.
<p>O governo acredita que até três consórcios podem participar da disputa pela terceira maior usina hidrelétrica do mundo, cujo custo de construção foi calculada em 19 bilhões de reais. Contudo, ele acredita na participação de dois grupos &#8220;mais fortes&#8221;.
<p>Até o momento, o único grupo já confirmado é composto pela Andrade Gutierrez, Neoenergia, Votorantim e Vale.
<p>As empresas OAS, Serveng e Queiroz Galvão confirmaram, na semana passada, interesse em participar do leilão, mas sem confirmar a formação de um consórcio.
<p>Já o grupo Bertin afirmou que as áreas de energia e infraestrutura foram definidas como prioridade para os próximos anos e que &#8220;tem estudado diversas opções de investimento&#8221;.
<p>Nesta terça-feira, a <b>Alupar</b>, braço de investimento do grupo <b>Alusa</b>, informou que avalia a possibilidade de participação no leilão de Belo Monte, mas que a questão ainda não foi definida.
<p>A usina de Belo Monte entrará em operação em 2015 (1a fase) e 2019 (2a fase), e terá capacidade instalada 11 mil megawatts de energia elétrica, com garantia física de 4.571 megawatts médios.
<p>(Reportagem de Bruno Perez) </p>
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		<title>MPE-RJ investiga den&#250;ncia contra pr&#233;-candidato do PT ao Senado</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 20:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[01 de abril de 2010 • 04h11
O pré-candidato do PT ao Senado Lindberg Farias está sendo investigado pelo Ministério Público por suspeita de comandar um esquema que cobrava e recebia propinas de empresas que teriam firmado contratos de fachada com a Prefeitura de Nova Iguaçu. As investigações do Ministério Público Estadual (MPE) sobre a suspeita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>01 de abril de 2010 • 04h11
<p>O pré-candidato do PT ao Senado Lindberg Farias está sendo investigado pelo Ministério Público por suspeita de comandar um esquema que cobrava e recebia propinas de empresas que teriam firmado contratos de fachada com a Prefeitura de Nova Iguaçu. As investigações do Ministério Público Estadual (MPE) sobre a suspeita de desvio de dinheiro público estão centradas nas quebras de sigilos bancário e fiscal de Lindberg, de dez pessoas ¿ entre elas cinco parentes do político e três secretários da prefeitura ¿, além de 13 empresas. Na quarta-feira, chorando de emoção, o pré-candidato entregou o cargo de prefeito da cidade à vice-prefeita Sheila Gama, do PDT.
<p>Ao ser informado sobre a investigação, Lindberg apontou o presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), Jorge Picciani, do PMDB, também pré-candidato ao Senado, como responsável pela crise política. Em nota oficial, ele disse que Picciani era o responsável por &#8220;requentar&#8221; denúncias velhas. A dupla faz parte da chapa do governador Sérgio Cabral para as próximas eleições. Picciani não quis comentar o assunto.
<p>De acordo com as informações encaminhadas pelo MPE à Justiça em meados do ano passado, parte do dinheiro seria usado para pagar até contas pessoais dos investigados.
<p><b>Parentes como sócios</b>
<p>Um dos fatos que chama a atenção entre os documentos analisados na Coordenadoria de Tecnologia em Investigação e Análise no Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (COTEC-LD) é que, pelo menos, duas empresas que teriam parentes de Lindberg como sócios, estariam sediadas fora do Rio de Janeiro. Além do suposto desvio de verba, o MPE investiga os crimes de corrupção ativa, concussão (extorsão praticada por servidor público), formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.
<p>Segundo as investigações do Ministério Público, uma empresa, que não tem empregados teria prestados serviços. Além disso, teria fornecido gás à prefeitura, sem possuir autorização para vender o produto. Após sair da prefeitura, Lindberg perde o foro privilegiado e as investigações devem ser transferidas da Procuradoria-Geral para promotoria de Nova Iguaçu.
<p><b></b>
<p><b>Lindberg: &#8217;sigilo à disposição&#8217;</b>
<p>Abatido, o prefeito de Nova Iguaçu disse que colocou seus sigilos fiscal e bancário à disposição da Justiça. Mas, de novo, provocou o presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani, segundo ele, responsável pelas denúncias, pedindo que o deputado faça o mesmo.
<p>Para Lindberg, o caso veio à tona depois que ele declarou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, se pudesse, votaria nele e em Marcelo Crivella (PRB) para senador. Ele disse que recebeu orientações do PT nacional para evitar polemizar o assunto. Segundo Lindberg, a situação com o PMDB ficou tão tensa que a direção virá ao Rio para discutir com o governador Sérgio Cabral os rumos da aliança política.
<p><b>&#8216;Fato é explorado policamente&#8217;</b>
<p>O advogado <b>Celso Vilardi</b>, que defende Lindberg, disse que todas as denúncias do Ministério Público Estadual contra o prefeito são inconsistentes e se baseiam em depoimento &#8220;mentiroso&#8221; dado por uma ex-funcionária da prefeitura. &#8220;Além do mais, desafio alguém a provar que Lindberg tenha mais de R$ 10 mil por mês na conta&#8221;, disse.
<p><b></b>
<p><b>Celso Vilardi</b> disse que Lindberg já colocou seus sigilos fiscal e bancário à disposição da Justiça e que o fato está sendo explorado politicamente por adversários. &#8220;O Lindberg ainda nem foi chamado para depor. Tenho plena convicção que o caso será esclarecido e ele ainda vai ganhar politicamente com isso&#8221;, explicou.
<p><b>Sheila cobra investigação de crime</b>
<p>Agilização da investigação que apura a morte do aliado político e empresário Luiz Carlos Duarte Batista, o Carlinhos da Tinguá. Esse foi o primeiro pedido ao governo do Estado feito pela nova prefeita de Nova Iguaçu, Sheila Gama, ao assumir o cargo na quarta-feira. Carlinhos da Tinguá foi executado em março do ano passado, no Centro de Nova Iguaçu. &#8220;Lamento que a Secretaria de Segurança Pública, que fala tanto em pacificação da cidade, não tenha dado solução ao mando e à autoria do covarde crime&#8221;, protestou Sheila.
<p>Sheila Gama foi empossada pelo presidente da Câmara Municipal, vereador Marcos Fernandes (DEM). Ela assumiu o governo no lugar de Lindberg Farias, lembrando que sempre foi fiel. &#8220;Quero deixar bem claro que atenderei a todos, mas quem fala por mim sou eu&#8221;, afirmou. Sem entrar em detalhes sobre as investigações de desvio de verba na administração de Lindberg, Sheila deu o seu recado. &#8220;Não participei do governo, ele foi o prefeito até hoje. Meu governo começa daqui para a frente; para trás, ele (Lindberg ) responde¿, explicou. Ela anunciou que vai criar administrações regionais e conselhos populares para consolidar o Orçamento Participativo da prefeitura.
<p>A emoção ficou por conta de Lindberg. Ele chorou ao lado da mulher, Maria Antônia, que está grávida, lembrando o apoio que recebeu da família. &#8220;Nova Iguaçu é o meu pedaço de chão&#8221;. Lindberg lembrou que assumiu o governo com 50% da cidade com esgoto a céu aberto e ruas sem pavimentação. Hoje, segundo ele, só 10% das ruas estão sem saneamento. E disse que deixa R$ 308 milhões em obras contratadas para a administração de Sheila, que vai apoiar Lindberg ao Senado.
<p><b>Investigação em segredo de Justiça</b>
<p>O empresário Luiz Carlos Duarte Baptista, o Carlinhos da Tinguá, foi morto com dois tiros, na manhã do dia 19 de março do ano passado, na Via Light, no Centro de Nova Iguaçu. Dois homens em uma moto teriam sido os responsáveis. A investigação sobre a morte foi avocada para a Delegacia de Homicídios da Baixada em setembro e segue em segredo de justiça. O delegado Ricardo Barbosa pretende enviar o inquérito ao MP pedindo mais prazo para investigar, por se tratar de um caso muito complexo.</p>
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		<title>Deborah Secco foi usada como &#8216;laranja&#8217; pelo pai, diz defesa</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 20:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[06 de março de 2010 • 06h57
A atriz Deborah Secco, os dois irmãos e a mãe foram usados pelo pai dela, o empresário Ricardo Ribeiro Secco, como laranjas no esquema que desviou R$ 58,7 milhões dos cofres do Estado. Esta foi a tese defendida pela família, que ontem, pela primeira vez, se defendeu das acusações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>06 de março de 2010 • 06h57
<p>A atriz Deborah Secco, os dois irmãos e a mãe foram usados pelo pai dela, o empresário Ricardo Ribeiro Secco, como laranjas no esquema que desviou R$ 58,7 milhões dos cofres do Estado. Esta foi a tese defendida pela família, que ontem, pela primeira vez, se defendeu das acusações do Ministério Público Estadual (MP) de participação no esquema de desvio de recursos públicos.
<p>Por meio do advogado <b>Sérgio Tostes</b>, eles afirmaram não ter conhecimento das contas bancárias para onde foram desviados R$ 894 mil do golpe. &#8220;Eles não sabiam dessas contas. Foram inteiramente usados pelo pai nesse esquema&#8221;, defendeu Tostes. O pai de Deborah, Ricardo Secco, é apontado como o responsável pelas operações do esquema e pelos pagamentos.
<p>Segundo as investigações do Ministério Público, dois cheques no valor de R$ 158,1 mil foram depositados na conta pessoal da atriz. Foram parar na conta da empresa Luz Produções, na qual Deborah tem 99% das ações, outros R$ 163,7 mil. No total, conforme a denúncia do MP, a atriz, os dois irmãos, os pais e a madrasta receberam R$ 894 mil.
<p>A investigação mostra ainda que as contas bancárias em nome da atriz, a irmã, Barbara; o irmão, Ricardo Fialho Secco; e sua mãe, Silvia Secco, foram abertas na mesma agência em que 10 empresas e cinco ONGs tinham contas bancárias e onde um dos gerentes permitia saques de altos valores sem informar ao Banco Central, contrariando norma existente. &#8220;É possível que eles nem tenham participado pessoalmente da abertura das contas&#8221;, completou o advogado.
<p>Deborah e sua família estão com todos os bens bloqueados por decisão da juíza da 3ª Vara de Fazenda Pública, Mirella Letizia Guimarães Vizzini.
<p>Advogado da atriz Deborah Secco, seus irmãos e sua mãe, <b>Sérgio Tostes </b>garantiu que as acusações de participação no desvio de dinheiro público e o bloqueio dos bens em nada alteraram a rotina da família Secco: &#8220;Eles não viviam desse dinheiro. É possível que nem tenham aberto essas contas pessoalmente. Deborah é bem-casada e não passará por qualquer sufoco, assim como sua família&#8221;, afirmou ele. No entanto, se Deborah tiver conta bancária conjunta com o marido, o jogador de futebol Roger Flores, ele estará na mesma situação que a atriz.
<p>Conforme procedimento de bloqueio, nenhum centavo dos 88 acusados poderá ser movimentado por até 10 dias. Esse é o prazo para que as instituições financeiras informem ao Banco Central qual montante conseguiram bloquear nas contas. A menos que cada um deles tenha, nos bancos, valor acima do bloqueado ( só o casal Garotinho teve R$ 350 milhões sequestrados ) ninguém terá dinheiro disponível. &#8220;Dificilmente alguém deixa tanto dinheiro na mira da Justiça&#8221;, explica o advogado José Alfredo Lion, especialista em Direito Empresarial.<br />
<h3><strong>Esquema das ONGs teve sete empresas fantasmas</strong></h3>
<p>Sete empresas fantasmas foram usadas no esquema de desvio de R$ 58,7 milhões dos cofres públicos. Para rastrear o dinheiro e responsabilizar o grupo por lavagem de dinheiro, o Ministério Público Estadual e agentes da Delegacia Fazendária analisam documentos e computadores apreendidos em 17 endereços de oito pessoas ligadas às ONGs, subcontratadas pela Fundação Escola do Serviço Público (Fesp).
<p>Os ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho, 57 pessoas, essas empresas e outras 15, três cooperativas e quatro ONGs são acusados de improbidade administrativa, em ação na 3ª Vara de Fazenda Pública. O grupo teria desviado parte dos R$ 426,4 milhões que a Fesp recebeu em três anos e repassou a 14 ONGs, no período em que Rosinha foi governadora. Os recursos saíram de nove órgãos estaduais. Parte desse dinheiro foi parar na conta que financiou a pré-candidatura de Garotinho à presidente da República, em 2006.
<p>No esquema de lavagem de dinheiro sob investigação participaram as empresas fantasmas Emprim, Inconsul, Intecdat, Acesso Tangua Manutenção Instalação de Equipamentos, Magister, Metodata e Max Express e oito pessoas. Em dois anos, a Emprim e Inconsul receberam quase R$ 30 milhões. Izabel Gatto é uma das principais peças dessa engrenagem. Ela era responsável por confirmar a missão de cheques da Emprim e Inconsul, além de figurar como procuradora de ONGs.
<p>De acordo com inquérito policial, Walter Gatto, irmão de Izabel, recebeu R$ 1,3 milhão. Também receberam dinheiro do esquema o marido dela, José Roberto Ramos, e a cunhada, Márcia Cristina. Porém, o pedido de recolhimento de documentos foi feito apenas para as casas de Izabel e Walter.
<p>Na denúncia do MP à Justiça foi decretada a quebra do sigilo bancário de Walter, Ariovaldo da Hora Filho (que não é alvo da investigação de lavagem de dinheiro) e seis empresas. Alguns dos 88 denunciados por improbidade, como o casal Garotinho e a atriz Deborah Secco, escaparam disso.
<p>Em seu blog, Garotinho avisou que vai processar os promotores sob alegação de perseguição política. Ele alegou ainda que as duas ações contra o casal sobre improbidade administrativa feitas pelo MP foram extintas pela Justiça. Em nota, a instituição repudiou as declarações do ex-governador.
<p>O segundo órgão estadual que mais repassou verbas públicas à Fesp (R$ 85 milhões) Mantém contrato com umas das ONGs denunciadas. No Instituto Vital Brazil (IVB), em Niterói, 140 empregados foram contratados pelo Núcleo de Cidadania e Ação Social (Nucas). O IVB não vai rever o contrato, de 2007.
<p>O IVB explicou que a Nucas, ex-Centro Brasileiro de Defesa dos Direitos da Cidadania (CBDDC), venceu licitação para fornecer mão de obra, ao custo original de R$ 4,4 milhões. O contrato 6.808 foi prorrogado 5 vezes, e hoje vale R$ 17,7 milhões. O deputado estadual Alessandro Molon (PT) pedirá ao MP que investigue por que o serviço com a ONG foi mantido.
<p><strong>Entenda o caso</strong>
<p>Em 2007, a investigação que resultou na Operação Águas Profundas esbarrou em outro escândalo envolvendo ONGs ligadas ao governo Rosinha Garotinho, que já teriam favorecido o ex-governador do Rio, Anthony Garotinho, por meio da Fundação Escola do Serviço Público (Fesp).
<p>O empresário Ricardo Secco, pai da atriz Deborah Secco, era então suspeito de repassar aos beneficiários do esquema de licitações, via organizações não-governamentais, recursos do governo do estado, segundo investigações da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal.
<p>Em 2005, Deborah, que participou de propagandas oficiais do governo do Rio, ganhou o título de &#8220;Mulher do Ano&#8221;, concedido pela Fesp, que transferia dinheiro para ONGs a pretexto de execução de programas sociais.</p>
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		<title>Defesa nega envolvimento de Deborah Secco em desvio de verba</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 20:19:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[04 de março de 2010 • 19h00 • atualizado às 20h30
A defesa da atriz Deborah Secco, de sua mãe Silvia Regina Fialho Secco e dos irmãos &#8211; Barbara e Ricardo Fialho Secco &#8211; disse nesta quinta-feira que &#8220;não há hipótese alguma deles estarem ligados a qualquer esquema de natureza de desvio de dinheiro público.&#8221; Eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>04 de março de 2010 • 19h00 • atualizado às 20h30
<p>A defesa da atriz Deborah Secco, de sua mãe Silvia Regina Fialho Secco e dos irmãos &#8211; Barbara e Ricardo Fialho Secco &#8211; disse nesta quinta-feira que &#8220;não há hipótese alguma deles estarem ligados a qualquer esquema de natureza de desvio de dinheiro público.&#8221; Eles têm os nomes citados em um processo de improbidade administrativa contra os ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho, movido pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, em que 85 são pessoas acusadas de operar um esquema de desvio de verbas públicas por meio de organizações não governamentais.
<p>O advogado da atriz, <b>Sérgio Tostes</b>, afirmou, porém, que não é responsável pela defesa do pai de Deborah, Ricardo Secco, e nem da madastra, Angelina Direnna Secco, também citados no processo. De acordo com o procurador-geral de Justiça, Cláudio Lopes, o pai da atriz teria recebido R$ 1 milhão no esquema e repassado parte do dinheiro para diversas pessoas de sua família.
<p><strong>Tostes</strong> afirmou que, assim que tiver acesso a documentação, vai entrar com as medidas necessárias para retirar o nome da atriz, mãe e irmãos da lista de réus por ato de improbidade admistrativa.
<p>Por meio de sua assessoria de imprensa, Deborah afirmou que está tranquila e que sempre cumpriu seu dever como cidadã. Ela está em São Paulo e soube do caso por meio da imprensa. A atriz disse ainda que não recebeu nenhuma intimação e que o valor que está no processo que tem a atriz como beneficiária do pai seria de R$ 158.191.
<p>A ação civil pública cobra a restituição do valor aproximado de R$ 176 milhões. Na ação, é solicitada em caráter liminar a quebra do sigilo bancário e o bloqueio de valores depositados nas contas dos acusados e, no mérito, o ressarcimento integral do dano ao patrimônio público e a condenação à perda da função e dos direitos políticos.
<p>O esquema era concentrado na Fundação Escola de Serviço Público (Fesp), que teve seu estatuto modificado pelo Decreto nº 38.143, de 23 de agosto de 2005, assinado pela então governadora Rosinha Garotinho. O decreto permitiu que a empresa pudesse ser uma agência de intermediação de contratos com dispensa de licitação. A Fesp passou a contratar sem licitação ONGs, como Inep, Inaap e IBTD, que por sua vez desviavam recursos para empresas de fachada, como Emprim, Inconsul e Teldata.
<p>Juntas, as ONGs receberam cerca de R$ 257 milhões e teriam desviado recursos para as pessoas físicas vinculadas ao esquema de empresas de fachada. Segundo Lopes, duas das empresas sacaram cerca de 60% dos recursos &#8220;em espécie na boca do caixa&#8221;.
<p>As investigações mostrariam que as empresas fantasmas financiaram a campanha da pré-candidatura de Anthony Garotinho à Presidência. Cerca de R$ 350 mil foram doados pelas empresas Emprim e Inconsul que receberam aproximadamente R$ 30 milhões em recursos públicos por intermédio da Fesp e das ONGs envolvidas no esquema.
<p>&#8220;A movimentação das contas bancárias dessas empresas e ONG&#8217;s fantasmas mostram que a campanha da pré-candidatura do ex-governador Anthony Garotinho foi financiada com recursos públicos desviados através de ONGs de fachada intermediadas por outra empresa de fachada, a Teldata&#8221;, disse o promotor.
<p>De acordo com o promotor Vinicius Leal Cavalleiro, as investigações indicaram que o principal articulador do era o empresário Ricardo Secco, pai da atriz. &#8220;Segundo informações que obtivemos, ele era a pessoa que gerenciava as contratações, direcionava para quem iria receber o dinheiro&#8221;, afirmou.
<p>A investigação durou dois anos e foi realizada pelas Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva da Cidadania por meio de escutas telefônicas e quebra de sigilos bancários ao longo de três anos.
<p>Segundo o procurador-geral de Justiça, o prejuízo aos cofres públicos apurado pela promotoria foi de pelo menos R$ 58 milhões. Parte deste recurso desviado teria sido depositado na conta do PMBD para o financiamento da campanha de Garotinho à Presidência em 2006.
<p>Na segunda-feira, o MP ajuizou um requerimento que pede a quebra de sigilo bancário e bloqueio dos valores depositados nas contas dos 88 denunciados. A partir de agora, os acusados serão notificados e terão direito a uma defesa prévia. Caso condenados, os denunciados terão de pagar uma multa de duas vezes do valor que receberam.
<p><strong>Ex-governador se diz vítima de &#8216;armação&#8217;</strong>
<p>Em seu blog, o ex-governador Anthony Garotinho acusa o Ministério Público de &#8220;armar mais uma jogada eleitoreira&#8221; contra o casal. Em texto postado às 11h43 desta quinta-feira, ele acusa os promotores da Tutela Coletiva da Capital.
<p>Segundo ele, são os mesmos &#8220;que armaram uma ação de improbidade administrativa contra Rosinha, e contra os quais, eu entrei com representação no Conselho Nacional do Ministério Público, estão preparando mais uma jogada. Convocaram uma entrevista coletiva para esta tarde, onde vão anunciar mais uma ação por improbidade administrativa contra mim e Rosinha. É tudo jogada política para repercutir amanhã, nos jornais&#8221;.
<p>Garotinho lembra ainda &#8220;duas ações semelhantes já foram propostas por esses mesmos promotores e foram extintas pela Justiça, por falta de base que as sustentasse. O destino da nova ação não será diferente&#8221;. O ex-governador afirma que os procuradores &#8220;querem fabricar manchetes, com o intuito de me prejudicar e bajular o governador Sérgio Cabral&#8221;.
<p><strong>Entenda o caso</strong>
<p>Em 2007, a investigação que resultou na Operação Águas Profundas esbarrou em outro escândalo envolvendo ONGs ligadas ao governo Rosinha Garotinho, que já teriam favorecido o ex-governador do Rio, Anthony Garotinho, por meio da Fundação Escola do Serviço Público (Fesp).
<p>O empresário Ricardo Secco, pai da atriz Deborah Secco, era então suspeito de repassar aos beneficiários do esquema de licitações, via organizações não-governamentais, recursos do governo do estado, segundo investigações da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal. Em 2005, Deborah, que participou de propagandas oficiais do governo do Rio, ganhou o título de &#8220;Mulher do Ano&#8221;, concedido pela Fesp, que transferia dinheiro para ONGs a pretexto de execução de programas sociais.
<p>Com informações do jornal O Dia e da Agência Brasil.</p>
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		<title>Abdelmassih deixar&#225; delegacia nesta 5&#170;, diz advogado</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 13:39:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[24 de dezembro de 2009 • 00h32 • atualizado às 01h38




José Luís Oliveira Lima, advogado do médico Roger Abdelmassih, disse que seu cliente deve deixar o 40º Distrito Policial, na zona norte de São Paulo, onde está preso, nesta quinta-feira. A saída deve acontecer a partir do meio dia.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>24 de dezembro de 2009 • 00h32 • atualizado às 01h38</p>
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<h4><a href="http://www.original123.com.br/imagensclipping/Abdelmassihdeixardelegacianesta5dizadvog_A409/clip_image001.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image001" border="0" alt="clip_image001" src="http://www.original123.com.br/imagensclipping/Abdelmassihdeixardelegacianesta5dizadvog_A409/clip_image001_thumb.jpg" width="512" height="408"></a></h4>
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<p><strong>José Luís Oliveira Lima</strong>, advogado do médico Roger Abdelmassih, disse que seu cliente deve deixar o 40º Distrito Policial, na zona norte de São Paulo, onde está preso, nesta quinta-feira. A saída deve acontecer a partir do meio dia.</p>
<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, concedeu nessa quarta-feira liberdade ao médico Roger Abdelmassih, acusado de crimes sexuais contra 56 pacientes em sua clínica de reprodução assistida. A defesa havia alegado que não há qualquer indício concreto de que a liberdade do médico afronte a ordem pública.</p>
<p>Conhecido por ser um dos pioneiros no método de fertilização in vitro no Brasil, o médico Roger Abdelmassih foi preso em 17 de agosto de 2009 sob acusação de abusar de pacientes durante consultas. O especialista em reprodução assistida, que atendia famosos em sua clínica na zona sul de São Paulo, estava preso na Penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo, e foi transferido recentemente para o 40º DP.</p>
<p>As investigações contra Abdelmassih começaram em 2008, quando ex-pacientes do médico procuraram um grupo especial do Ministério Público. A maior parte das mulheres tem idades entre 30 e 45 anos e são de vários Estados do País. O médico, que também é investigado por manipulação genética, nega as acusações.</p>
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		<title>Camargo Corr&#234;a critica divulga&#231;&#227;o de investiga&#231;&#245;es pelo MPF</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 18:13:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A divulgação antecipada da informação de que o Ministério Público Federal (MPF) abriu novas investigações contra a construtora Camargo Corrêa não agradou ao advogado Celso Vilardi, que defende a empresa. Em nota, ele disse que o vazamento ocorreu antes mesmo do inquérito policial começar. Fato que, no seu entender, &#8220;abala a credibilidade do Poder Judiciário&#8221;.
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A divulgação antecipada da informação de que o Ministério Público Federal (MPF) abriu novas investigações contra a construtora Camargo Corrêa não agradou ao advogado <b>Celso Vilardi</b>, que defende a empresa. Em nota, ele disse que o vazamento ocorreu antes mesmo do inquérito policial começar. Fato que, no seu entender, &#8220;abala a credibilidade do Poder Judiciário&#8221;.
<p>A Camargo Corrêa foi investigada pela Polícia Federal na Operação Castelo de Areia sob acusação de práticas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Agora, é citada pelo Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo por irregularidades em processos de licitação de 14 obras públicas. O anúncio das novas investigações contra a empresa foram divulgados nesta quarta-feira pelo MPF.
<p>De acordo com o advogado, o vazamento foi &#8220;precipitado&#8221; e contribuiu para manchar &#8220;a reputação dos seus clientes, da empresa e de terceiros, com interpretações descabidas e irreais de excertos de documentos&#8221;.
<p>&#8220;Se o Ministério Público Federal pede investigação é porque não tem convicção suficiente para propor uma denúncia&#8221;, afirmou <b>Celso Vilardi</b>. &#8220;Assim, é uma temeridade a divulgação tal qual está ocorrendo&#8221;, disse.</p>
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		<title>Saiba o que pode deixar o seguro do carro mais barato</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A definição do valor de um seguro para carro envolve fatores que fazem com que o cobrado pela seguradora varie para pessoas com perfis parecidos ou com o mesmo veículo. Segundo o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor-SP), Leoncio de Arruda, o perfil do motorista, o modelo do carro e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A definição do valor de um seguro para carro envolve fatores que fazem com que o cobrado pela seguradora varie para pessoas com perfis parecidos ou com o mesmo veículo. Segundo o presidente <b>do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor-SP), Leoncio de Arruda</b>, o perfil do motorista, o modelo do carro e até mesmo as rotas que ele utiliza são levados em conta na formação do preço.
<p>Além disso, a diferença entre o oferecido por diferentes corretores varia até 11%, segundo pesquisa feita pelo <b>Terra</b> com três empresas. De acordo com <b>Arruda</b>, a diferença se dá pelo percentual de comissão que o vendedor embute na hora de passar a cotação.
<p><b>Entenda quais fatores pesam na hora de definir o valor do seu seguro:</b>
<p><b></b>
<p><b>Perfil do motorista<br /></b>Dados como idade e sexo têm grande peso na definição do valor do prêmio do seguro. Segundo o presidente do <b>Sincor-SP</b>, jovens com idade entre 18 e 24 anos pagam mais e algumas seguradoras costumam dar descontos para mulheres. &#8220;Não é que elas batam menos. Mas elas batem em velocidades menores. Homens costumam causar mais prejuízos&#8221;, disse o presidente do Sincor-SP.
<p><b>Região de residência/trabalho<br /></b>O local onde a pessoa mora e trabalha &#8211; e se há local protegido (garagem ou estacionamento) para guarda do veículo &#8211; também influencia no valor pago no seguro. Segundo <b>Arruda</b>, morar ou trabalhar em regiões com maior incidência de roubos e com rotas de saída para outras cidades, que facilitam a evasão do carro após o crime, fazem o segurado pagar mais. Em São Paulo, por exemplo, a zona leste da capital e as cidades do ABC, na região metropolitana, têm este perfil.
<p>No caso da guarda do veículo, deixar o carro em estacionamento durante o período de trabalho, por exemplo, implica em uma redução média de 4% a 5% no valor do seguro, segundo o presidente do sindicato.
<p><b>Condutores do veículo<br /></b>As seguradoras também analisam quem na casa do segurado vai conduzir o veículo. <b>Arruda</b> explica que universitários, por geralmente não deixarem o carro em estacionamentos, podem encarecer o seguro. É bom lembrar que é necessário informar todos os condutores regulares do veículo, pois, em acidente ou roubo, o seguro pode investigar o caso e se recusar a pagar pelos danos.
<p><b>Modelo do carro<br /></b>A escolha do carro a comprar também vai influir no preço do seguro. Segundo <b>Arruda</b>, há uma pesquisa de preços de peças e custos de reparo dos veículos, que é levada em conta para a elaboração do prêmio. Carros populares, com motor de até mil cilindradas, são mais visados pelos ladrões e por isso também têm o seguro mais caro.
<p><b>Comissão do corretor<br /></b>Pesquisar preços em várias corretoras é uma das maneiras de reduzir o preço do seguro. A explicação é que a comissão do corretor pode variar, diz o presidente do <b>Sincor-SP</b>.
<p>Em uma pesquisa feita pelo <b>Terra</b> utilizando o mesmo perfil e o mesmo carro, a diferença de preços entre três corretoras para uma mesma seguradora chegou a 11,1% (R$ 2.235 frente a R$ 2.516). &#8220;Vale a pena pesquisar para achar um preço melhor&#8221;, diz <b>Arruda</b>.
<p><b>Dispositivos de segurança<br /></b>Quando for pedido pela seguradora, o uso de dispositivos antifurto mais avançados, como os rastreadores via satélite, pode dar um abatimento de até 25% no valor do prêmio do seguro, afirma o presidente do <b>Sincor-SP</b>. Contudo, é preciso negociar com a seguradora se esta medida vai mesmo gerar desconto.
<p>Em alguns casos, segundo ele, o uso deste artefato pode até ser uma exigência para que o contrato seja firmado. O dispositivo pode até ser dado em comodato ao segurado. &#8220;Com os rastreadores, a chance de recuperação chega a 70%&#8221;, diz ele.
<p>O uso de dispositivos tradicionais, como alarme e travas, não é considerado pelas seguradoras para desconto no prêmio, pois, segundo <b>Arruda</b>, não ajudam a localizar o veículo.</p>
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		<title>Advogado de fam&#237;lia que disputa menino acusa AGU de mentir</title>
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		<pubDate>Sat, 23 May 2009 22:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O advogado da família brasileira que disputa a guarda do filho com o pai americano afirmou ontem que o advogado-geral da União José Antônio Dias Toffoli &#8220;mentiu&#8221; ao dizer que o garoto é americano, informou neste sábado o jornal Folha de S.Paulo. Segundo Sérgio Tostes, Toffoli &#8220;mostrou ignorância em questões de direito&#8221; e tem comportamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O advogado da família brasileira que disputa a guarda do filho com o pai americano afirmou ontem que o advogado-geral da União José Antônio Dias Toffoli &#8220;mentiu&#8221; ao dizer que o garoto é americano, informou neste sábado o jornal <i>Folha de S.Paulo</i>. Segundo <b>Sérgio Tostes</b>, Toffoli &#8220;mostrou ignorância em questões de direito&#8221; e tem comportamento &#8220;ilegal&#8221;.
<p>&#8220;O dr. Toffoli vem constantemente desrespeitando as leis e decisões judiciais brasileiras no seu objetivo de entregar às autoridades americanas um menino de 9 anos, brasileiro nato&#8221;, diz uma nota divulgada por Tostes, segundo o jornal. Ele também questiona a declaração do colega sobre a posição do governo brasileiro de entregar o menino.
<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) disse que não se pronunciaria.<b> Tostes </b>teme que a chamada tutela antecipada seja dada ao americano. Se isso acontecer, qualquer recurso só poderá ser feito após a entrega do menino ao pai. O advogado afirmou ainda, segundo a <i>Folha</i> que a família brasileira está passando por uma situação desumana.
<p>O pai e a mãe, que era brasileira, chegaram ao Brasil em 2004. Após a morte dela, o governo americano vem cobrando o retorno do menino ao país, pois o padastro está pedindo a guarda do filho.</p>
]]></content:encoded>
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